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                    ANALISE DE DESEMPENHO DAS EQUIPES PARTICIPANTES
                                         DA
III COPA OESTE DE HCR7

Decio Roberto Calegari, Aline Miranda Strapasson, Anselmo Costa e Silva,
Daniely Alli, Fernando Faria, Gilberto Silva, Lucinar Flores, Mariane Borges,
Ricardo Alexandre Carminato - UNIPAR CAMPUS TOLEDO/PARANÁ/BRASIL.
José Irineu Gorla, Paulo Ferreira de Araujo - FEF/UNICAMP/SP

Introducão:
Há três anos vem sendo desenvolvido por pesquisadores brasileiros a adaptação do Handebol para Cadeira de Rodas (HCR). Esta modalidade é muito parecida com o Handebol convencional e isto tem atraído novos adeptos.

Objetivo:
Este estudo teve como objetivo analisar o desempenho das equipes de Handebol em Cadeira de Rodas (HCR) participantes da III Copa Oeste.

Metodologia:
A III COPA OESTE de HCR ocorreu entre os dias 23 a 25 de Maio de 2008 no município de Toledo/PR. Na sua terceira edição o evento passa a ter caráter nacional com a participação de equipes do Paraná e Santa Catarina: ATACAR/UNIPAR/TOLEDO/PR e RODA SOLTA/ITAJAÍ/SC. Ao todo as equipes disputaram 03 (tres) partidas de HCR 7. Como instrumento foi utilizado uma planilha de scalt adaptada do estudo de Grecco (2004). A mesma já foi utilizada nos estudos de Calegari et. al. (2006) e Calegari et. al. (2007). Nesta planilha foram relatados os Erros de Finalização, os Erros Técnicos e a Efetividade de Ataque (Gols Marcados), com os cálculos realizados através do software Excell 97.

Resultados:
A equipe ATACAR venceu duas partidas e cedeu um empate nos três confrontos. Os dados demonstram que a equipe vencedora apresentou maior efetividade de ataque em relação à segunda o que é verificado pelo maior percentual de gols (Quadro 1). A equipe vencedora apresentou também um menor número de erros de finalização e um maior número de erros técnicos. Dentre os erros técnicos o passe foi o mais acentuado. A maior incidência de erros de arremesso foi de bolas defendidas pelo goleiro. Isto indica que o goleiro das equipes exerceu um papel decisivo no resultado dos jogos. Quanto a ocorrência dos gols, o ponto da quadra que apresentou maior incidência foram os arremessos de 6 metros. Através da comparação percebe-se que RODA SOLTA/ITAJAÍ/SC apresentou mais posse de bola (265 contra 211 da ATACAR).

Conclusão:
Esta análise é de grande valor para os técnicos, pois permite identificar as dificuldades de cada equipe, possibilitando a retificação dos planos de treinamento. A variável passe predomina entre os erros técnicos e acredita-se que o treinamento deste fundamento pode melhorar os resultados das equipes. Recomenda-se a realização de novos estudos com o intuito de aprimorar o instrumento e contribuir para a evolução dessa modalidade paradesportiva.

REFERÊNCIA 2

COSTA E SWILVA, A.A. et al. ANALISE DE DESEMPENHO DAS EQUIPES PARTICIPANTES DA III COPA OESTE DE HCR4. Anais do Simpósio Internacional de Ciências do Esporte. Celafiscs - São Paulo/SP, 2008. Disponível em:
Acessado em ___/___/___.

                   ANALISE DE DESEMPENHO DAS EQUIPES PARTICIPANTES
                                         DA
III COPA OESTE DE HCR4

Anselmo de Athayde Costa e Silva, Decio Roberto Calegari, Aline Miranda Strapasson,
Danielly Alli, Fernando Rosch de Faria, Lucinar Flores, Mariane Borges,
Ricardo Alexandre Carminato - UNIPAR CAMPUS TOLEDO/PARANÁ/BRASIL.
Jose Irineu Gorla, Paulo Ferreira de Araujo - FEF/UNICAMP/SP.   

Introdução:
Nos três anos de desenvolvimento deste paradesporto vem sendo realizada anualmente em Toledo/PR a COPA OESTE, evento que em 2008 pela primeira vez, contou com a participação de equipes do Paraná e Santa Catarina, adquirindo a condição de evento nacional. Este trabalho apresenta a análise de desempenho das equipes participantes da modalidade HCR4, que consiste na adaptação das regras do Handebol de Areia para a prática em cadeira de rodas.

Objetivo:

Este estudo teve como objetivo analisar o desempenho das equipes de HCR4 participantes da III Copa Oeste.

Metodologia:
A III COPA OESTE de HCR ocorreu entre os dias 23 a 25 de Maio de 2008 no município de Toledo/PR e contou com a participação das equipes: ATACAR/UNIPAR/TOLEDO/PR A e B e RODA SOLTA/ITAJAÍ/SC A e B, que disputaram ao todo 4 partidas sendo que as equipes A e B de cada agremiação não se enfrentaram. Como instrumento foi utilizado uma planilha de scalt adaptada do estudo de Grecco (2004). A mesma já foi utilizada nos estudos de Calegari et. al. (2006) e Calegari et. al. (2007). Nesta planilha foram relatados os Erros de Finalização, os Erros Técnicos e os Gols, registrados e calculados através do software Excell 97.

Resultados:

Com a análise do Quadro 1 que apresenta a síntese de desempenho das equipes participantes, observa-se que a equipe Campeã apresentou maior Posse de Bola (93 x 69 da equipe Vice campeã). A equipe que ficou com a 4ª colocação obteve maior posse de bola do que a equipe que obteve o 3º lugar. Isto se deve ao fato de a equipe que ficou em terceiro lugar ser a que apresentou o menor número de erros técnicos e de finalização e a maior efetividade de ataque (19/40,426%). A equipe vice-campeã apresentou a segunda melhor efetividade de ataque (20/28,986%). A maior posse de bola da equipe campeã demonstra que esta apresentou maior volume de jogo do que as demais, e por isso mesmo sem ter obtido maior efetividade de ataque ficou com o primeiro lugar. Ao comparar as 2ª e 3ª colocadas percebe-se que a diferença de gols marcados foi de 1 ponto. Acredita-se que a equipe que assegurou o segundo lugar, o fez por ter conseguido maior posse de bola. A equipe que ficou em 4º lugar cometeu o maior número de erros de finalização e de erros técnicos do que as demais.

Conclusão:

A análise dos dados demonstra que as equipes participantes apresentaram um número elevado de erros de finalização. Em comparação com o estudo de Calegari et. al (2007), as equipes de modo geral apresentaram menor número de erros técnicos e erros de finalização, o que pode ser um indicativo de evolução da modalidade. Estas análises são importantes, pois permitem aos técnicos planejar adequadamente os treinamentos a fim de corrigir os pontos fracos.